Mulheres receberão orientação jurídica gratuita no SESC Consolação
Para comemorar o mês da mulher, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo – DPE/SP- oferece entre os dias 7 e 14 de março, orientação jurídica gratuita às mulheres. A atividade acontece no SESC Consolação, durante a Feira da Mulher, e faz parte do evento Ser Mulher Direito- Um Olhar Contemporâneo, promovido pelo SESC.
No total são 14 defensores públicos prestando orientação jurídica nas áreas cível, família, infância e juventude, criminal, e de defesa da mulher. Nos casos que precisem de alguma medida judicial ou tentativa de acordo extrajudicial, os defensores dirão quais os documentos necessários, e com data pré-agendada encaminharão a mulher para umas das Unidades da Defensoria Pública.
Segundo a defensora pública Fernanda Seara Contente, coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher da Defensoria, “o evento permitirá que as mulheres conheçam seus direitos”.
Além do atendimento jurídico a Feira contará com serviço nas áreas de saúde, assistência social, e assessoria psicológica. Neste mês, o SESC ainda terá outras atividades voltadas para mulheres como palestras, workshops, apresentações artísticas e cinema. Veja programação completa em sermulherdireito.blogspot.com
Serviço
Rua Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque
Tel: (11) 3234.3000
Fax: 11 3256-2223
Feira de Serviços
09 a 13/03, 10 às 16hs (exceto 08/03)
07 e 14/03, das 12 às 20hs
11/03/2009 às 9:33
É pouco o que tem sido feito em prol das mulhers no quesito jurídico.Só lembram dela neste dia como se fosse comemoração de natal e ano novo.O seja:uma vez ao ano.
É de obrigação do Estado fornecer informação gratuita e completa para todo aquele que dela necessitar,com precisão e qualidade
Mas o que se vê,não é bem isto.Basta saber a quantidade de agressões que uma mulher pode e sofre diariamente.Nesta semana uma empregada doméstica,foi violentamente humilhada perante a prepotência de um par de “seguranças “em uma agência bancária do Banco do Brasil. Em ato de absoluta raiva tirou a blusa, para
provar ao “ignóbil ser” do outro lado do vidro que não “tinha metal” junto ao corpo.
Várias foram as tentativas de passar pela porta sempre sendo bloqueadas(*) pelo “segurança” e que só culminou, como num passe de mágica quando ela tirou a blusa. Filmado por uma camera de telefone celular, foi a grande público via jornalismo escrito, televisivo e radio.
Tanto o gerente que a tudo assistiu, e nem o banco, se pronunciaram.
E a Defensoria Pública do Estado,vai ou não tomar partido?
Só pra lembrar a semana em que ocorre o Dia Internacional da Mulher????
E a equiparação salarial entre pares, no mesmo emprego e função em que envolvam sexos diferentes?(e salários tambem)
Falta muito para que o “estado” tenha seu nome escrito em maiúscula.